quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

AJUDA HUMANITÁRIA

Ajuda humanitária começa a chegar no Haiti
Os primeiros aviões já começaram a chegar ao aeroporto de Porto Príncipe, capital do Haiti, com ajuda humanitária e equipes de resgate para auxiliar as vítimas do terremoto que devastou a cidade no dia 12 de janeiro de 2010. Muitos haitianos estão passando a segunda noite sem abrigo nas ruas da cidade, algumas com receio de voltar para as casas atingidas pelo terremoto. Testemunhas afirmam que muitos tentavam escavar os escombros com as mãos ou com ferramentas simples para tentar encontrar vítimas que possam estar soterradas.
Mortes
Segundo a Cruz Vermelha Internacional, 70 mil mortos foram conseqüência do maior terremoto a atingir o país em dois séculos. Mais de 24 horas depois do terremoto, ainda não há uma contagem oficial dos mortos. O presidente do Haiti, René Préval, classificou o tremor como uma “catástrofe”. Será necessária uma grande operação de ajuda para o país. A estratégia brasileira de ajuda humanitária ao Haiti será de grande relevância. São elas: sepultamento dos mortos, socorro médico aos feridos, remoção de destroços, reforço da segurança nas operações e distribuição de suprimentos, principalmente água e comida. Bombeiros e cães farejadores vão ajudar nas buscas de corpos. O Exército ajudará na retirada dos escombros e desobstrução de ruas, garantindo assim a chegada da ajuda humanitária. O Brasil também pedirá permissão ao governo do Haiti para a construção de um cemitério.

TERREMOTO NO HAITI

TERREMOTO NO HAITI

Um grande terremoto de magnitude 7,0 na escala Richter atingiu o Haiti, o país mais pobre da América, terça-feira 12 de janeiro de 2010. Ainda não há números oficiais de vítimas e prejuízos, mas os relatos que chegam pelas agências de notícias informam que diversos edifícios desabaram no país, inclusive o palácio presidencial da capital Porto Príncipe. com as agências internacionais, vários feridos aguardam ajuda médica pelas ruas da capital haitiana. A comunicação com o país ainda é muito precária e as poucas informações que chegam indicam que até o prédio da Organização das Nações Unidas (ONU) foi abalado pelos tremores desta terça-feira. As comunicações foram em grande parte interrompidas, tornando impossível obter um quadro completo sobre os danos, enquanto tremores que se seguiram ao grande sismo continuaram a assustar a população do país extremamente pobre, onde muitas construções são precárias. A eletricidade foi cortada em alguns lugares. "A cidade inteira está na escuridão, há milhares de pessoas sentadas nas ruas, sem ter para onde ir". O Brasil comanda cerca de 7.000 soldados da força de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no Haiti, enviada ao país em 2004. O tremor foi sentido com força em quase todo o território da República Dominicana, país situado na ilha de Hispaniola, como o Haiti, e também no leste de Cuba. O terremoto teve proporções catastróficas, o importante agora será fornecer comida, água, remédios e abrigo para as vítimas do terremoto.

Histórico de tremores na região
O terremoto desta terça foi um dos mais fortes já registrados no Haiti e na República Dominicana, que compartilham a ilha caribenha de Hispaniola."Desde o terremoto de 4 de agosto de 1946, que foi de 8,1 graus, não tínhamos registrado, pelo menos em nosso país, um fenômeno tão grande como este", afirmou o diretor do Instituto Sismológico Universitário da República Dominicana, Eugenio Polanco.Outro forte terremoto no país ocorreu na noite de 22 de setembro de 2003, quando a terra tremeu a uma escala de 6,5 graus e derrubou um centro educativo, além de ter danificado seriamente outros prédios na cidade de Puerto Plata.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Eu por mim mesma!!!

Eu por mim mesma!

Eu estou totalmente desnorteada, chorei muito ao ver uma coisa muito triste hoje. A falta de sensibilidade de algumas pessoas me machuca. Desculpe-me pelo relato, mas eu tenho que fazer um desabafo. Nunca escondi de ninguém meu amor pelos cachorros. Seres amáveis, carinhosos, fofos e felizes, que Deus colocou na terra para ajudar os humanos a ter paz de espírito e a conhecer o amor incondicional. Esses seres de rabinho abanando, não nos fazem cobranças, respeitam o nosso mau humor, ficando quietinho num cantinho, a espera que tudo volte ao normal. Não se separam da gente, nem mesmo, quando o colocamos para fora. Está sempre animado a nos esperar, mesmo quando em nossas correrias diária, esquecemos de um afago, de uma palavra. Essas palavras são para vocês, que nunca olharam nos olhos de um cachorro. Desconhecem a pureza da amizade. Não sabem como é maravilhoso ter e sentir um cachorro, como filho ou amigo. E como são dóceis e amáveis. Nossa maior responsabilidade e cuidado com os cachorros são lembrar que precisam de água e comida. Perto de minha casa tem uma família que já foram pobres miseráveis, embora tenha muita força de vontade de trabalho, sempre viviam da ajuda das pessoas. Essas pessoas gostam de ter cachorros, mas não de cuidar deles. Fiquei horrorizada certa vez em ver um cachorro que eles tinham. O cachorro possuía uma lesão no corpo todo, essa lesão soltava água, e essa água corroia os pêlos os olhos do animal, e destroia os tecidos de pele. Em primeiro momento essa visão me paralisou. Como pode alguém ver e ter contato com um animal doente e deixar a moléstia chegar a um ponto deplorável, situação caótica irreversível a ponto de quem olha a situação, só tem a se lamentar. Trago um sentimento de culpa muito grande em minha vida, por ter abandonado duas cachorras que tive. M as a sensação de culpa mais profunda e a que mais me marcou e que me machuca, foi ter abandonado a minha Dinah. Essa coitadinha de quatro patas, foi trocada por um cão peludo e muito alegre. Que também teve um fim de abandono, não ficando comigo. Ele comia tudo que via pela frente, desde sapatos, lençóis, controle de televisão etc. Isso atormentava, meu marido Afonso. Lembro-me como se fosse hoje o dia que abandonei minha Dinah. Entristece-me a alma, saber que meu marido Afonso foi ao local, no qual eu soltei a cachorra, durante três dias. E que ela ficou no local a me esperar. Só que meu marido, não me contou. No fundo ele não queria a cachorra! Fiquei adormecida por treze anos, sem ter cachorros em minha vida. E também porque meu marido Afonso não me deixava ter um. Não sou vitima! Vitima foi minha Dinah! Hoje tenho sete cachorros. Largo minha família se preciso pelos meus animais. Sinto-me bem pensando assim. Minha vida inteira deixei as pessoas, me mostrar caminhos. Hora por comodismo. Hora por gostar da zona de conforto. Hora por não saber ou não ter uma alternativa. Também possuía duas personalidades. Uma era para educar as minhas filhas e agradar meu marido. A outra era para agradar minha sogra e minhas cunhadas. Aceitei com passividade essas pessoas por 0nze anos. Vivia num mundo de fofocas e intrigas. Um disque me disque sem fim. Fui passiva com os meus pais. Depois com meu marido Afonso. Quando parei de freqüentar a família de meu marido, deixei muitas feridas abertas. A cura veio depois de um tempo. Fiz Faculdade, arrumei um emprego e agora tomo as redia de minha vida. Posiciono-me e faço o que desejo. Tenho vontades! Permito me ser eu mesma em todos os sentidos. Não aceito mais ordens! Não aceito mais que me digam o que devo fazer! Deixo partir o velho, e as coisas que não me servem mais. Coisas que atrapalham me, que tentam me barrar. Dei uma virada total em minha vida por dentro e por fora. Se me quiser agora, tem que ser do meu jeito. Não me prendo mais a coisas que me contrariam. E nem faço coisas que me desagrada para agradar alguém. Aos 43 anos consigo me ver e pensar com clareza. Tenho ideais e planos! Eu tenho a minha verdade, meus sonhos. E conquistei a minha liberdade! Aprendi a colocar-me em primeiro lugar. Tudo sem egoísmo! Permitindo-me sempre me posicionar no lugar do outro, para sentir o que ele sente. Permito –me ter sensibilidade de enxergar o que é oculto nos outros. A dor do outro também é a minha dor. Mas hoje participo sem me expor. Fico do lado de fora. Não julgo e nem incrimino! Apenas entendo! Hoje posso dizer sem medo. Nunca me senti tão feliz!

Humilhação aos garis

Humilhação aos garis
No dia 31 de dezembro de 2009, véspera de ano novo, Bóris Casoy, após uma reportagem do Jornal, da Rede Bandeirante, comentou em tom jocoso as imagens exibidas anteriormente, que mostravam uma dupla de garis dando felicitações de Ano Novo.

Diziam os garis: "Feliz Ano Novo, muita paz, muita saúde, muito dinheiro, muito trabalho". Feliz 2010!

Boris Casoy, âncora da rede Bandeirantes de televisão manda:

"Que merda... dois lixeiros desejando felicidades... do alto de suas vassouras... dois lixeiros... o mais baixo da escala do trabalho..."

O apresentador, por meio da assessoria de imprensa da Band, reconheceu a ofensa que cometeu contra os garis e se retratou durante a exibição do jornalístico do dia posterior, com os seguintes dizeres: "Ontem, durante o intervalo do 'Jornal da Band', em um vazamento de áudio, eu disse uma frase infeliz, que ofendeu os garis. Por isso, quero pedir profundas desculpas aos garis e aos telespectadores do 'Jornal da Band'."
Se retratar diante dos garis e telespectadores, não tirou desse ardiloso senhor a maldade e o cinismo. Boris Casoy fala de ética, se posiciona a favor da sociedade, mas é esquizóide, antiético. Tem um comportamento duvidoso, fala do bem diante das câmeras televisivas, mas se compromete finge e engana, quando pensa que o áudio não está sendo transmitido ou que não ter ninguém olhando. Fala uma coisa, age de outra. Boris carrega dentro de si uma violência, tratou o cidadão trabalhador como pequeno! Discriminou, excluiu. E foi vitima de sua própria egolatria, se achando supremo e poderoso. Ele fugiu definitivamente do padrão e da concepção ética que exige o povo brasileiro. Sua excentricidade compromete o comportamento de nossas crianças e jovens, e reflete em toda sociedade. Neste momento sua egressão seria justa. Porque? Porque! Isso, Sim “é uma vergonha!”

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

ALMA

há almas que têm, as dores secretas, as portas abertas, sempre pra dor.
há almas que têm, juízo e vontades, alguma bondade, e algum amor.
há almas que têm, espaços vazios, amores vadios, restos de emoção.
há almas que têm, a mais louca alegria, que é quase agonia, quase profissão.
A minha alma tem,
um corpo moreno,
nem sempre sereno,
nem sempre explosão.
Feliz desta alma,
que vive comigo,
que vai onde eu sigo,
o meu coração.

SIMONE
Composição:(Sueli Costa e Abel Silva)
12/11/2009

sábado, 24 de outubro de 2009

Camarupas

Camarupas

O que são? São seres inimagináveis, que possuem o dom de transfiguração, vivem num plano mais sutil que o nosso. Seres malignos e invisíveis, que se apodera dos corpos dos humanos, enquanto esses dormem, fazendo viagens astrais, (sonhos lúcidos). Beneficia-se de sua energia vital. Começam por invadir seu subconsciente. Eles se fixam e se transformam, em quem querem se transformar. Suas transmutações despertam em você, os seus desejos mais íntimos. Normalmente transforma-se em algo que fogem de suas características, horrendas. Fazem qualquer coisa para te iludir e te convencer, com seus disfarces. Para os homens, os camarupas, transforma – se em belas mulheres sexy, seios fartos, e nudez a mostra. Para as mulheres, os camarupas, transformam – se em homens bonitos e sedutores, irresistíveis, de bom poder de persuasão. Quando a vitima é seduzida, pelo camarupas, “este” se apodera de seu corpo. Toma sua força, rouba toda sua energia. Seu cordão de prata é acionado, trazendo você de volta a seu corpo físico. Então acontece uma reação normal de você se virar na cama. Mais você, não consegue! Neste momento você começa a perceber que você, não está sonhando. Tem plena consciência de seu corpo e de sua mente consciente. Tenta gritar! Mais não consegue. Tenta se levantar! Mais não consegue. São os camarupas te dominando! Te atacando! Seu corpo fica pesado. Você tem plena noção do que acontece com você, mais se encontra totalmente imóvel e sem força de reação. Após o ataque dos camarupas, seu dia fica lento. Você fica desanimada, desmotivada, devagar quase parando. Se sente cansado o dia todo. Não produz.

domingo, 11 de outubro de 2009

Aos negros brasileiros. Construindo uma nova história!!!

Aos negros brasileiros.
Construindo uma nova história!!!


A identidade e a liberdade do negro brasileiro, ainda é fictícia para muitos. Isso acontece porque muitos ainda têm vergonha, de se intitular negro. Por causa das Olimpíadas de 2016. Já se falam em introduzir aos pequenos de seis anos, inglê e Francês. Mas não se fala em contar a história da cultura brasileira. O próprio negro se enxerga com estranheza e este estranhamento se intensifica no seu dia – a – dia. Quando ele se vê como um ser integrante de uma cultura oprimida. Então ele não se aceita. Mas sente a necessidade de participar da segregação dominante, então se incomoda e esconde suas raízes. Mais isso não é contemporâneo, vem de gerações familiares antigas. A identidade do negro se perdeu quando se deixou definir por homem de cor, pardo, mulato, moreno, adjetivos que contraria a raça, que é uma só. A negra! Esse mecanismo de defesa era porque ser negro não lhe trazia benefícios, e o embranquecimento, mesmo que por adjetivos, lhe tirava da berlinda. É isso era bom! Pois sendo assim ele não seria maltratado, ou prejudicado, fazia parte dos iguais. A cultura do negro ficou no ultimo dos patamares, sempre relacionada a escravidão, condições precárias de suas moradias em periferias e morros, degradação social, preconceito, desrespeito generalizado. Carregam consigo gerações de medo, de se intitular e ser desvalorizado. A liberdade do negro está dentro do próprio negro. Falta a ele a coragem de se libertar. Queremos que nossas histórias sejam contadas para gerações futuras, mas não só como escravos, sem cultura. Queremos que saibam que vieram forçados da África. Que tinham famílias unidas e que eram separados de seus entes, quando chegavam aqui. Essa estratégia era usada pelos colonos da época paras que não se rebelassem. Não foram escravos passivos! Sabiam no fundo que eram livres. Mas eram alienados á tal ponto, que aceitavam ser desvalorizados e humilhados por seus subordinados. Traziam consigo uma riquíssima, habilidade em trabalhos manuais. Faziam esculturas em madeira e barro, bordados lindos que enfeitavam a casa de engenho. Contribuíram para agricultura e a culinária. tinham suas crenças. Cresci numa família de nove irmãos, sendo eu a oitava, meu pai negro, minha mãe mestiça clara, vista como branca erroneamente. Meu pai foi um negro muito atormentado em sua infância, visto como brigão, por seu temperamento agressivo com as crianças de sua escola ou cortiço onde morava (espécie de terreno com varias casa humildes, no bairro da Leopoldina). Meu pai se defendia da diferenciação que a raça negra sofrerá em 1932. Em minha família não se falava sobre os negros, mas todos os meus irmãos se casaram com mulheres branca, acredito que era para que seus filhos não passassem por descriminação como eles. Casei-me com um homem dito branco, mas na verdade é tão negro como eu se não fosse pela diferenciação da cor de pele, meu marido é visto como branco, e se considera assim. Mas seu pai é tão negro quanto o meu pai. Fui reprovada por duas vezes na segunda série primaria, mas não tinha noção do que estava errado, porque na segunda série sabia ler e escrever, muito melhor do que muitas crianças da quarta série de hoje. Compreendo que foi por causa de minha pele negra. Por muitas vezes meus vizinhos me chamavam de negrinha, e por muitas vezes atendi minha tia por macaca. Descobri minha negritude aos 11 anos e confesso que não foi de maneira graciosa. Minha avó por parte de pai foi uma negra muito bonita, mas trazia na bagagem o medo do preconceito, e de fazer feio diante de seus amigos brancos. Por muitas vezes tentava esconder se de sua negritude. Mas não fazia por mal! Ela fazia parte da sociedade reprimida que para ser aceita esquecia sua identidade, e entrava no conformismo da negação. Quantas vezes minha avó nos dizia: Senta menina! Tenha modos! Não é bonito repetir a refeição perto de pessoas estranhas. Não faça isso, porque vão achar que você não tem educação. A represália de minha avó retratava muita bem como seus pensamentos de mulher negra queriam estar sempre correta diante da sociedade. E para estar bem e se sentir aceita, reprimia seu comportamento. O presidente Americano Barack Obama, foi condecorado com o prêmio Nobel da paz 2009. Não entendeu o que isso significa? Prêmio para quem serve bem a humanidade. Mas o nosso presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao mencionar Obama, como negro, retrata o presidente Americano com atribuições negativas, como se este não merecesse o prêmio. Fica mais ou menos assim. Puxa! Você ganhou? Mas você é negro! Ao mencionar raça negra do Presidente Americano em seu discurso, fez se abrir o incentivo e a problemática racial que é historicamente consistente em nosso país.
"A liberdade negra, está dentro do negro! Cabe a ele se libertar, das amarras e injustiças do passado, Para construir um novo recomeço. Onde todos os homens são livres.