Quando Deus criou as mães
Quando o bom senhor criou as mães e entrava no sexto dia de hora extra, surgiu o anjo e disse: Estas caprichando neste daí, hein? E o senhor respondeu: - Já leste as especificações técnicas deste pedido? Ela precisa ser 100% lavável, sem ser de plástico; precisa ter 180 peças flexíveis... Todas elas substituíveis; precisa ser movida a café preto e sobras de comida; tem que ter um beijo que cure qualquer mal, de uma perna quebrada a uma desilusão amorosa; além de seis pares de mãos.
O anjo balançou a cabeça lentamente e opinou: - Seis pares de mãos? Assim não dá!
- Não são as mãos que estão me causando problemas - disse o senhor. – São os três pares de olhos que as mães precisam ter.
O modelo básico é assim? – indagou o anjo.
O senhor fez que sim com a cabeça:
- Um par para ver através da porta quando ela pergunta “O que é que estão aprontando ai dentro, crianças?” Quando já sabe a resposta. Outro par aqui, atrás da cabeça, para ver o que não deve, mas o que precisa saber e, é claro, os dois daqui da frente, para poder olhar para o filho quando este errar e dizer “eu compreendo e o amo”. Sem pronunciar uma única palavra. – Senhor – disse o anjo, tocando a manga de sua roupa, suavemente, precisas dormir. Amanhã...
- Não posso- reagiu o senhor. – Estou muito próximo de criar algo muito parecido comigo. Já criei um ser que se cura quando está doente... Que consegue alimentar uma família de seis com meio quilo de carne moída... E que consegue enfiar uma criança de nove anos debaixo do chuveiro.
O anjo caminhou em torno do modelo da mãe, lentamente.
- Mas é suave demais!
- Na mesma medida em que é valente – disse o senhor, animadíssimo. – Você nem imagina o que esta mãe pode fazer ou suportar.
-Ela sabe pensar?
-não apenas sabe pensar como, também, raciocinar e encontrar soluções conciliatórias – Respondeu o Criador.
Finalmente, o anjo se curvou e passou o dedo pela face do modelo.
- Há um vazamento aqui – pronunciou. – Eu avisei que estavas tentando colocar coisas demais neste modelo.
- Mas não é um vazamento – corrigiu o Senhor. – É uma lágrima.
- E para que serve?
- Serve para alegria, para tristeza, o desapontamento, a dor, a solidão e o orgulho.
- O Senhor é mesmo um gênio – elogiou o anjo.
Então o Senhor mostrou – solene:
- Mas não fui eu que a coloquei ai.
(texto extraído do livro: “Historias para aquecer o coração das mães”.)
sexta-feira, 31 de julho de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
Os espíritos estão entre nós!!!
Os espíritos estão entre nós
Muitas pessoas quando perdem algum ente querido chora sofre e se sente desamparado.
Muita coisa já se falou sobre como seria a vida no mundo espiritual, como vivem meus entes queridos no outro plano, e coisas assim. Quanto é maravilhoso receber uma carta de nossos antepassados. Mas o que falar dos espíritos presos a terra e que não conseguem estar neste mundo e nem no outro. Aqueles espíritos que guardam magoas, raivas, tristezas, lamentações, grandes paixões. Outros por não terem conseguido suas realizações profissionais e até preocupações por terem partido deixando filhos pequenos. Muitos espíritos não sabem ou não acreditam que estão mortos. Mortos para está vida. Mas estão vivos. Estas pendências de alguns seres que viveram entre nós, refletem em angustias, saudades e perturbações, que se não tratadas, passam a influenciar, nós, seres encarnados. Mexendo em nosso modo de viver, em nossos pensamentos, em nossas conversas, e até em nosso modo de agir. Os obcessores sabem que nos influenciam, nem todos querem nos fazer mal, mas aproveitam as nossas energias vitais para permanecerem entre nós. Muitas religiões por desconhecimento ou conveniência ensinam aos seus fieis que quando morremos iremos dormir para esperar a trombeta soar para acordarmos, e muitos espíritos chegam ao mundo espiritual e dormem por anos ou décadas, esperando esse juízo, atrasando sua evolução, ou nova reencarnação. Muitos amigos espirituais tentam sem sucesso levar estes seres desencarnados para colônias, mas muitos resistem permanecendo aqui. As crianças tem tratamento diferenciado quando chegam doentes, e a adaptação é triste e dolorosa. Alguns mentores interferem trazendo suas mães enquanto estas dormem para que as crianças as vejam e se sintam mais seguras. Muitos humanos às vezes dizem: sonhei com meu pai, ele falou comigo, sabia que estava morto, o sonho foi tão real. Mas não tem consciência de que esteve com aquele espírito de verdade. As mães são trazidas em sonhos para o conforto da criança. Muitos espíritos desencarnado que aceitam sua condição chegam às colônias com a mesma alegria que tinha quando encarnado, brincam e se familiarizam rápido, se sentem em casa. Outros pensam: nossa parece que já estive aqui! E já estiveram. Alguns se sentem entediado, triste e só querem falar de suas famílias, de seus pertences. É o apego! Alguns espíritos chegam doentes no mundo espiritual e continuam vibrando suas doenças por muito tempo. Existem espíritos que necessitam de comida. Acredite! Querem comer, mulheres que continuam a menstruar, homens que necessitam de sexo, cultivam seus vícios de cigarro, café e drogas. Alguns não conseguem se higienizar sozinho continuam tomando banho com água. Para o conforto dos que ficam, quando seus entes queridos se vão, é esperar por uma carta psicografada. As cartas são reais e muitos médiuns, estão preparados para fazer essa linda ligação entre mortos e vivos. E isso é muito gratificante!
Muitas pessoas quando perdem algum ente querido chora sofre e se sente desamparado.
Muita coisa já se falou sobre como seria a vida no mundo espiritual, como vivem meus entes queridos no outro plano, e coisas assim. Quanto é maravilhoso receber uma carta de nossos antepassados. Mas o que falar dos espíritos presos a terra e que não conseguem estar neste mundo e nem no outro. Aqueles espíritos que guardam magoas, raivas, tristezas, lamentações, grandes paixões. Outros por não terem conseguido suas realizações profissionais e até preocupações por terem partido deixando filhos pequenos. Muitos espíritos não sabem ou não acreditam que estão mortos. Mortos para está vida. Mas estão vivos. Estas pendências de alguns seres que viveram entre nós, refletem em angustias, saudades e perturbações, que se não tratadas, passam a influenciar, nós, seres encarnados. Mexendo em nosso modo de viver, em nossos pensamentos, em nossas conversas, e até em nosso modo de agir. Os obcessores sabem que nos influenciam, nem todos querem nos fazer mal, mas aproveitam as nossas energias vitais para permanecerem entre nós. Muitas religiões por desconhecimento ou conveniência ensinam aos seus fieis que quando morremos iremos dormir para esperar a trombeta soar para acordarmos, e muitos espíritos chegam ao mundo espiritual e dormem por anos ou décadas, esperando esse juízo, atrasando sua evolução, ou nova reencarnação. Muitos amigos espirituais tentam sem sucesso levar estes seres desencarnados para colônias, mas muitos resistem permanecendo aqui. As crianças tem tratamento diferenciado quando chegam doentes, e a adaptação é triste e dolorosa. Alguns mentores interferem trazendo suas mães enquanto estas dormem para que as crianças as vejam e se sintam mais seguras. Muitos humanos às vezes dizem: sonhei com meu pai, ele falou comigo, sabia que estava morto, o sonho foi tão real. Mas não tem consciência de que esteve com aquele espírito de verdade. As mães são trazidas em sonhos para o conforto da criança. Muitos espíritos desencarnado que aceitam sua condição chegam às colônias com a mesma alegria que tinha quando encarnado, brincam e se familiarizam rápido, se sentem em casa. Outros pensam: nossa parece que já estive aqui! E já estiveram. Alguns se sentem entediado, triste e só querem falar de suas famílias, de seus pertences. É o apego! Alguns espíritos chegam doentes no mundo espiritual e continuam vibrando suas doenças por muito tempo. Existem espíritos que necessitam de comida. Acredite! Querem comer, mulheres que continuam a menstruar, homens que necessitam de sexo, cultivam seus vícios de cigarro, café e drogas. Alguns não conseguem se higienizar sozinho continuam tomando banho com água. Para o conforto dos que ficam, quando seus entes queridos se vão, é esperar por uma carta psicografada. As cartas são reais e muitos médiuns, estão preparados para fazer essa linda ligação entre mortos e vivos. E isso é muito gratificante!
domingo, 19 de julho de 2009
Bolos e docinhos
Bolos e docinhos
Quem resiste à tentação de uma boa sobremesa ou um bom docinho após o almoço. E nas festas de casamento ou aniversário quem vai embora antes de servirem as grandes variedades de docinhos e bolos de muitas texturas e sabores. Quem consegue resistir á tamanha tentação! Até hoje muitas igrejas vendem estas iguarias maravilhosas para arrecadar fundos e suprir a manutenção de sua comunidade. Muitas culturas apreciam esses doces dos céus, uma delas é a cultura norte-americana. Aqui no Brasil, não dispensamos essa irresistível delicia.
Queijadinha Mineira
500g de coco ralado
500g de açúcar
1 vidro de leite de coco (200ml)
50g de queijo ralado
4 ovos
3 gemas
1 colher de (chá) de essência de balnilha
Modo de preparar
Coloque o coco ralado em um recipiente e despeje o leite de coco. Misture com uma colher de pau. Acrescente o restante dos ingredientes e misture novamente. Depois de misturar bem, coloque os doces dentro de forminhas de papel, enchendo bem. Leve ao forno 180ºC por cerca de 40 minutos. Retire do forno quando estiver dourada.
Quem resiste à tentação de uma boa sobremesa ou um bom docinho após o almoço. E nas festas de casamento ou aniversário quem vai embora antes de servirem as grandes variedades de docinhos e bolos de muitas texturas e sabores. Quem consegue resistir á tamanha tentação! Até hoje muitas igrejas vendem estas iguarias maravilhosas para arrecadar fundos e suprir a manutenção de sua comunidade. Muitas culturas apreciam esses doces dos céus, uma delas é a cultura norte-americana. Aqui no Brasil, não dispensamos essa irresistível delicia.
Queijadinha Mineira
500g de coco ralado
500g de açúcar
1 vidro de leite de coco (200ml)
50g de queijo ralado
4 ovos
3 gemas
1 colher de (chá) de essência de balnilha
Modo de preparar
Coloque o coco ralado em um recipiente e despeje o leite de coco. Misture com uma colher de pau. Acrescente o restante dos ingredientes e misture novamente. Depois de misturar bem, coloque os doces dentro de forminhas de papel, enchendo bem. Leve ao forno 180ºC por cerca de 40 minutos. Retire do forno quando estiver dourada.
sábado, 18 de julho de 2009
Agente recreativo
Agente recreativo
Para ser agente recreativo no recreio nas férias, precisa além ser bom no que faz, precisa ter muito amor para doar e receber carinho.
O agente precisa ser passivo, mais animado.
Precisa ser quente, ser gente, ter alma.
Tem que trabalhar com paixão.
Não ter ambição.
Ser solidário solicito.
Precisa amar o que faz.
O agente recreativo tem que ter docilidade, ternura.
Saber falar na hora certa.
Saber calar no momento propicio.
Na hora de brincar, esquecer os problemas.
Se for mais velho, volte a ser criança.
Se jovem, trate as crianças com igualdade.
O compromisso de um agente recreativo e trazer alegria.
É patético ver agente recreativo que não gosta de crianças.
Agentes recreativos estressado, folgados abusados, descontentes, carrancudos.
Tem os que não agem em parceria, não têm coleguismo.
Ser agente recreativo é se importar com cada choro, com cada riso, com cada gesto, com cada abraço. É respeitar as crianças sem classificá-las.
No recreio nas férias se encontra criança bem cuidada, crianças mal vestidas, crianças sorridentes, crianças agressivas, crianças sujas, algumas crianças já trazem na bagagem tristeza, sofrimento e dor.
Compartilhar com essas crianças o recreio nas férias, e dar a elas a oportunidade de se sentirem felizes. É mostrar que a vida pode ser boa. Que tem alguém que se importa.
Pode ter regras, mas sem muita cobrança. Porque afinal é o recreio nas férias.
Foi feito para elas.
Foi pensado para elas.
E é para elas que o recreio deve ser colorido, doce, farto, agitado, lindo.
INESQUECIVEL!!!
Recreio nas férias
Esta é minha quarta edição no recreio nas férias. Todas as vezes que acaba a semana em que faço o recreio, prometo para mim mesma: esta é minha ultima edição. Este é meu ultimo recreio. E sempre estou de volta no recreio seguinte. Embora a comida seja ruim, uma verdadeira gororoba, e exista uma grande demora ao pagamento, exatamente uns 90 dias. A iniciativa é boa, a administração péssima, mas tem calor humano. Isso é muito bom. Volto porque aqui encontro vida, alegria em cada rostinho, satisfação em fazer o que gosto, e porque acredito neste projeto!
Encontro muitas histórias, sendo algumas trágicas, outras românticas, histórias hilárias, algumas confortantes. Também tem pessoas arrogantes, estressadas, descompromissadas, gente egoísta. Mas para a minha sorte e das crianças muita gente boa, que garante em cada edição do recreio uma interação mais alegre e feliz.
Para ser agente recreativo no recreio nas férias, precisa além ser bom no que faz, precisa ter muito amor para doar e receber carinho.
O agente precisa ser passivo, mais animado.
Precisa ser quente, ser gente, ter alma.
Tem que trabalhar com paixão.
Não ter ambição.
Ser solidário solicito.
Precisa amar o que faz.
O agente recreativo tem que ter docilidade, ternura.
Saber falar na hora certa.
Saber calar no momento propicio.
Na hora de brincar, esquecer os problemas.
Se for mais velho, volte a ser criança.
Se jovem, trate as crianças com igualdade.
O compromisso de um agente recreativo e trazer alegria.
É patético ver agente recreativo que não gosta de crianças.
Agentes recreativos estressado, folgados abusados, descontentes, carrancudos.
Tem os que não agem em parceria, não têm coleguismo.
Ser agente recreativo é se importar com cada choro, com cada riso, com cada gesto, com cada abraço. É respeitar as crianças sem classificá-las.
No recreio nas férias se encontra criança bem cuidada, crianças mal vestidas, crianças sorridentes, crianças agressivas, crianças sujas, algumas crianças já trazem na bagagem tristeza, sofrimento e dor.
Compartilhar com essas crianças o recreio nas férias, e dar a elas a oportunidade de se sentirem felizes. É mostrar que a vida pode ser boa. Que tem alguém que se importa.
Pode ter regras, mas sem muita cobrança. Porque afinal é o recreio nas férias.
Foi feito para elas.
Foi pensado para elas.
E é para elas que o recreio deve ser colorido, doce, farto, agitado, lindo.
INESQUECIVEL!!!
Recreio nas férias
Esta é minha quarta edição no recreio nas férias. Todas as vezes que acaba a semana em que faço o recreio, prometo para mim mesma: esta é minha ultima edição. Este é meu ultimo recreio. E sempre estou de volta no recreio seguinte. Embora a comida seja ruim, uma verdadeira gororoba, e exista uma grande demora ao pagamento, exatamente uns 90 dias. A iniciativa é boa, a administração péssima, mas tem calor humano. Isso é muito bom. Volto porque aqui encontro vida, alegria em cada rostinho, satisfação em fazer o que gosto, e porque acredito neste projeto!
Encontro muitas histórias, sendo algumas trágicas, outras românticas, histórias hilárias, algumas confortantes. Também tem pessoas arrogantes, estressadas, descompromissadas, gente egoísta. Mas para a minha sorte e das crianças muita gente boa, que garante em cada edição do recreio uma interação mais alegre e feliz.
sábado, 11 de julho de 2009
Filhotinhos de Deus!!!
Filhotinhos de Deus!
Certa vez uma senhora cuidou de 10 filhotinhos de cachorros que ganhou de seu marido. Quando este trouxe para casa uma cadela da raça pitbull, que foi abandonada por seu antigo dono. Justamente quando a cachorra mais precisava dele, dando cria sete dias após ser recolhida das ruas. Cuidou muito bem de todos os cachorrinhos, até chegar o momento em que teria que doá-los. Já possuía outros cachorros. Achou por bem, ficar com a mãe dos cachorrinhos. Sabia que com ela, a cadela estaria protegida de um novo abandono. Era uma cachorra incrível! Linda, marrom e branca de mais ou menos um ano de idade. Totalmente dócil mansa e às vezes medrosa. Sua raça não é muito aceita pelas famílias. Vista com fama de cães assassinos violentos. Sempre nos noticiários há manchetes de pessoas que foram atacadas por este cachorro. Este animal é o mais abandonado nas capitais e em todo país. São milhares deles encaminhados ao centro de zoonose. A mulher amorosa tratava com carinho e cuidado todos aqueles pequeninos seres abençoados. Pedia a Deus todos os dias lares felizes para todos os filhotinhos. Deus foi abençoando um a um e encaminhando os cãezinhos a seus respectivos lares, com donos responsáveis. A cada despedida uma lágrima de saudade escorria do rosto daquela mulher. Ela ficava triste a cada despedida, por não saber para onde cada filhote se destinava. Mas dentro de seu coração, sabia estar fazendo a coisa certa. Sentia uma profunda dor por não estar mais em suas mãos á vida de cada filhotinhos. Pois a cada partida perdia o controle de suas vidas. Não era mais dona da situação. Ficava às vezes horas e horas a pensar, como estaria cada um, se tinha sido alimentado, se estava aquecido, como estaria o acolhimento dos bichinhos. Isso é o que se pensa quando se ama demais! Mas seu coração a confortava a missão estava sendo cumprida. Fazia-se forte para estar feliz.A senhora conta: nunca havia pensado em ter um cão desta raça. Sempre teve cachorros de porte pequeno. Aquela cachorra havia conquistado seu coração. Patas enormes, cabeça grande, triangular, um jeito dengoso e feliz. A cachorra adorava estar com sua dona, a ela era grata e obediente. A mulher compreende então que seu amor por aquele animal é incondicional! E ela diz: aos quatro ventos, em alto e bom tom. “Eu amo a minha cadela PITBULL!”.
Certa vez uma senhora cuidou de 10 filhotinhos de cachorros que ganhou de seu marido. Quando este trouxe para casa uma cadela da raça pitbull, que foi abandonada por seu antigo dono. Justamente quando a cachorra mais precisava dele, dando cria sete dias após ser recolhida das ruas. Cuidou muito bem de todos os cachorrinhos, até chegar o momento em que teria que doá-los. Já possuía outros cachorros. Achou por bem, ficar com a mãe dos cachorrinhos. Sabia que com ela, a cadela estaria protegida de um novo abandono. Era uma cachorra incrível! Linda, marrom e branca de mais ou menos um ano de idade. Totalmente dócil mansa e às vezes medrosa. Sua raça não é muito aceita pelas famílias. Vista com fama de cães assassinos violentos. Sempre nos noticiários há manchetes de pessoas que foram atacadas por este cachorro. Este animal é o mais abandonado nas capitais e em todo país. São milhares deles encaminhados ao centro de zoonose. A mulher amorosa tratava com carinho e cuidado todos aqueles pequeninos seres abençoados. Pedia a Deus todos os dias lares felizes para todos os filhotinhos. Deus foi abençoando um a um e encaminhando os cãezinhos a seus respectivos lares, com donos responsáveis. A cada despedida uma lágrima de saudade escorria do rosto daquela mulher. Ela ficava triste a cada despedida, por não saber para onde cada filhote se destinava. Mas dentro de seu coração, sabia estar fazendo a coisa certa. Sentia uma profunda dor por não estar mais em suas mãos á vida de cada filhotinhos. Pois a cada partida perdia o controle de suas vidas. Não era mais dona da situação. Ficava às vezes horas e horas a pensar, como estaria cada um, se tinha sido alimentado, se estava aquecido, como estaria o acolhimento dos bichinhos. Isso é o que se pensa quando se ama demais! Mas seu coração a confortava a missão estava sendo cumprida. Fazia-se forte para estar feliz.A senhora conta: nunca havia pensado em ter um cão desta raça. Sempre teve cachorros de porte pequeno. Aquela cachorra havia conquistado seu coração. Patas enormes, cabeça grande, triangular, um jeito dengoso e feliz. A cachorra adorava estar com sua dona, a ela era grata e obediente. A mulher compreende então que seu amor por aquele animal é incondicional! E ela diz: aos quatro ventos, em alto e bom tom. “Eu amo a minha cadela PITBULL!”.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
A construção religiosa na educação das crianças.
A construção religiosa na educação das crianças
Quando proponho ensino religioso nas escolas, quero focar as necessidades de um relacionamento mais firme para com as crianças. Mostrar a elas que é desde pequena que se aprende o respeito. Desde que foi proposta uma nova metodologia no ensino, muita pratica de boa conduta e educação, foram ficando para segundo plano. A escola além do acolhimento deve despertar senso crítico, e não apenas ensinar cidadania. Despertar o desejo de aprender, porque as crianças de hoje, tem cada vez menos envolvimento com o saber. São focadas na marginalidade e no vandalismo, desprezando valores. Reconhecemos que as crianças estão em fase de construção e aprendizagem, sendo assim somos nos quem devemos reforçar laços de amizade, e fazer entendê-la que para tudo na vida existem regras e que estas devem sim, ser cumpridas. Muitos pais se esquecem que estão no controle e acabam por serem dominados por crianças de 6,7, 8 anos que idade. Conduzi-las com rigidez, pulsos firmes, não significa agressividade. Só que as crianças precisam perceber que tem coisas que podem fazer e tem coisas que devem ser feitas, mesmo que não gostem. A minha proposta é mostrar o certo e o errado e fazer com que as crianças reflitam tirem conclusões e decidam o caminho a ser traçado.Estes pequenos gestos e valores morais, devem ser cultivados logo na primeira infância, para trazer boa estrutura na adolescência e benefícios futuros na vida adulta. Ai então teremos cidadãos com princípios de igualdade e generosidade. A inversão de valores tomou tais proporções desmedidas, e “impera” como algo natural da sobrevivência dos seres humanos. O Estatuto da criança e adolescente é uma farsa, não defende a criança em sua plenitude, apenas ensina que a impunidade e um direito que a criança tem de praticar delito. As nossas leis passam a mão em suas cabecinhas, preparando-as para mais delinqüência. Mas a quem interessa ter uma sociedade assim? A elite, as famílias o governo? Educar é um desafio. Devemos pensar em nossas práticas educativas e em nossas responsabilidades para com a educação das crianças. A afetividade é determinante na atitude e no comportamento das crianças. Mas os limites é quem confere o modo de relação das crianças com a vida, fazendo com que perceba o mundo que a rodeia e sua realidade. A afetividade e o limite exercem uma profunda influencia sobre o pensamento e a conduta das crianças. E neste caso lições um dia aprendidas, com certeza jamais serão esquecidas.
Música Infantil
Alecrim!
Alecrim dourado.
Que nasceu nos campos sem ser semeado.
Alecrim!
Alecrim dourado.
Que nasceu nos campos sem ser semeado.
Foi meu amor!
Foi meu amor!
Quem me disse assim.
Que a flor do campo era o alecrim.
Foi meu amor!
Foi meu amor!
Quem me disse assim.
Que a flor do campo era o alecrim.
Bolo de fubá
Numa tigela coloque.
3 xícaras de farinha de trigo
½ de açúcar
1 colher de (sopa) de erva doce
1 colher de (sopa) de fermento em pó
No liquidificador coloque.
4 ovos
1 xícara de óleo
1 xícara de leite quente
Modo de preparar
Coloque o que foi batido no liquidificador, bem devagar e mexendo sempre na tigela de farinha. Tudo vai se incorporar ficando uma massa homogênea. Coloque a massa em uma forma untada e enfarinhada somente no fundo. Leve ao forno pré-aquecido para assar.
Dicas do dia: Saia da rotina, ande descalço, de bom dia para um desconhecido, viva nem se quer por dois minutinhos o presente, e se sinta bem.
Quando proponho ensino religioso nas escolas, quero focar as necessidades de um relacionamento mais firme para com as crianças. Mostrar a elas que é desde pequena que se aprende o respeito. Desde que foi proposta uma nova metodologia no ensino, muita pratica de boa conduta e educação, foram ficando para segundo plano. A escola além do acolhimento deve despertar senso crítico, e não apenas ensinar cidadania. Despertar o desejo de aprender, porque as crianças de hoje, tem cada vez menos envolvimento com o saber. São focadas na marginalidade e no vandalismo, desprezando valores. Reconhecemos que as crianças estão em fase de construção e aprendizagem, sendo assim somos nos quem devemos reforçar laços de amizade, e fazer entendê-la que para tudo na vida existem regras e que estas devem sim, ser cumpridas. Muitos pais se esquecem que estão no controle e acabam por serem dominados por crianças de 6,7, 8 anos que idade. Conduzi-las com rigidez, pulsos firmes, não significa agressividade. Só que as crianças precisam perceber que tem coisas que podem fazer e tem coisas que devem ser feitas, mesmo que não gostem. A minha proposta é mostrar o certo e o errado e fazer com que as crianças reflitam tirem conclusões e decidam o caminho a ser traçado.Estes pequenos gestos e valores morais, devem ser cultivados logo na primeira infância, para trazer boa estrutura na adolescência e benefícios futuros na vida adulta. Ai então teremos cidadãos com princípios de igualdade e generosidade. A inversão de valores tomou tais proporções desmedidas, e “impera” como algo natural da sobrevivência dos seres humanos. O Estatuto da criança e adolescente é uma farsa, não defende a criança em sua plenitude, apenas ensina que a impunidade e um direito que a criança tem de praticar delito. As nossas leis passam a mão em suas cabecinhas, preparando-as para mais delinqüência. Mas a quem interessa ter uma sociedade assim? A elite, as famílias o governo? Educar é um desafio. Devemos pensar em nossas práticas educativas e em nossas responsabilidades para com a educação das crianças. A afetividade é determinante na atitude e no comportamento das crianças. Mas os limites é quem confere o modo de relação das crianças com a vida, fazendo com que perceba o mundo que a rodeia e sua realidade. A afetividade e o limite exercem uma profunda influencia sobre o pensamento e a conduta das crianças. E neste caso lições um dia aprendidas, com certeza jamais serão esquecidas.
Música Infantil
Alecrim!
Alecrim dourado.
Que nasceu nos campos sem ser semeado.
Alecrim!
Alecrim dourado.
Que nasceu nos campos sem ser semeado.
Foi meu amor!
Foi meu amor!
Quem me disse assim.
Que a flor do campo era o alecrim.
Foi meu amor!
Foi meu amor!
Quem me disse assim.
Que a flor do campo era o alecrim.
Bolo de fubá
Numa tigela coloque.
3 xícaras de farinha de trigo
½ de açúcar
1 colher de (sopa) de erva doce
1 colher de (sopa) de fermento em pó
No liquidificador coloque.
4 ovos
1 xícara de óleo
1 xícara de leite quente
Modo de preparar
Coloque o que foi batido no liquidificador, bem devagar e mexendo sempre na tigela de farinha. Tudo vai se incorporar ficando uma massa homogênea. Coloque a massa em uma forma untada e enfarinhada somente no fundo. Leve ao forno pré-aquecido para assar.
Dicas do dia: Saia da rotina, ande descalço, de bom dia para um desconhecido, viva nem se quer por dois minutinhos o presente, e se sinta bem.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Crianças índigo.
Crianças índigo
Muita coisa se fala sobre as crianças da nova Era. As crianças de aura azul, que trazem consigo a liberdade de novos tempos. Estamos falando das crianças índigos. Crianças que estão nascendo desde 1989. Essas crianças, estão chegando em proporção pequena ainda, mas já trazem consigo mudanças significativas, no pensar no agir e no fazer. Apenas 6 em cada 1000 crianças são índigo. Infelizmente ainda não conseguem chegar a fase adulta, muitos índigos morrem no começo da adolescência por terem objetivos fixo e não conseguirem com êxito executá-los. Tem o poder transformador em suas mãos e o desejo claro de mudanças significativas em tudo. Não gosta de ver nada fora dos padrões daquilo que acha correto. Mas encontra pela frente obstáculos destruindo seus objetivos. Então se rebelam, ficam explosivos, fazem ameaças, se irritam. Estas crianças criam alternativas, riem do perigo e não tem medo de enfrentar o mundo. Arregaçam as mangas e fazem, aquilo que para muitos adultos é difícil e constrangedor, falam em público sem pudor. Fazem palestras, criam sozinhos ONGS, defendem a natureza, fazem campanhas a favor da paz, ajudam a criar empregos alternativos para pessoas menos abastadas, cuidam dos animais de rua, entregam cestas básicas, tudo com sua própria autonomia. As crianças índigo têm iniciativas, e se bem orientado por seus tutores, faz grandes mudanças em pouco tempo, e assim cumprem sua missão.
Os brinquedos
Conversava eu com duas mães que contavam como os filhos tratavam seus brinquedos. Uma muito satisfeita, em falar de seus rebentos, dizia: que os dois filhos possuíam brinquedos caros, carrinhos fabulosos, brinquedos elétricos, brinquedos de controle remotos e muitos outros. A outra um tanto quanto humilde dizia que seus filhos possuíam brinquedos normais, brincavam muito com seus brinquedos e até o fim da tarde muitos destes brinquedos já estavam destruídos ou danificados. A primeira mãe ao ouvir aquilo logo quis criticar. Onde já se viu! Brinquedos quebrados no final do dia. Que coisa horrível.
Então a segunda mãe indagou: como são os brinquedos de seus filhos? Toda alegre esta disse: são todos novinhos muitos desses brinquedos estão até na caixa. Então eu perguntei: Mas porque estão tão novinhos? E a mãe todo sorridente disse: eu não deixo que as crianças brinquem com eles. Porque podem quebrar. Neste momento exato tive o mesmo sentimento que a segunda mãe. “Pena daqueles filhos” O processo de aprendizagem dos filhos da segunda mãe estava em brincar e desmontar seus brinquedos, mesmo que ao final do dia não soubessem montá-los novamente. Os filhos da primeira mãe não passarão nesta fase, para elas o processo não funciona. Não brincam para que seus brinquedos continuem sempre novinhos.
Nhoque de batatas com mandioca
500 quilo de batatas inglesa (cozida e espremida)
500 quilo de mandioca (cozida e espremida)
1 ovo inteiro
1 colher de (sopa) de manteiga sal a gosto
1 copo americano de farinha de trigo
Modo de preparar
Coloque os quatros primeiros ingredientes em uma tigela, após coloque a farinha para dar liga na massa. Misture tudo muito bem. Faça pequenos rolinhos com a massa e com uma faca corte os pedacinhos mais ou menos do mesmo tamanho. Cozinhe em água quente, espere que as bolinhas flutuem na água, retire num escorredor, colocando molho a bolonhesa em cada porção a ser retirada e escorrida.
Dicas do dia: Quem pensa que sabe de tudo, esta deixando de aprender coisas que a vida costuma nos trazer de surpresa.
Muita coisa se fala sobre as crianças da nova Era. As crianças de aura azul, que trazem consigo a liberdade de novos tempos. Estamos falando das crianças índigos. Crianças que estão nascendo desde 1989. Essas crianças, estão chegando em proporção pequena ainda, mas já trazem consigo mudanças significativas, no pensar no agir e no fazer. Apenas 6 em cada 1000 crianças são índigo. Infelizmente ainda não conseguem chegar a fase adulta, muitos índigos morrem no começo da adolescência por terem objetivos fixo e não conseguirem com êxito executá-los. Tem o poder transformador em suas mãos e o desejo claro de mudanças significativas em tudo. Não gosta de ver nada fora dos padrões daquilo que acha correto. Mas encontra pela frente obstáculos destruindo seus objetivos. Então se rebelam, ficam explosivos, fazem ameaças, se irritam. Estas crianças criam alternativas, riem do perigo e não tem medo de enfrentar o mundo. Arregaçam as mangas e fazem, aquilo que para muitos adultos é difícil e constrangedor, falam em público sem pudor. Fazem palestras, criam sozinhos ONGS, defendem a natureza, fazem campanhas a favor da paz, ajudam a criar empregos alternativos para pessoas menos abastadas, cuidam dos animais de rua, entregam cestas básicas, tudo com sua própria autonomia. As crianças índigo têm iniciativas, e se bem orientado por seus tutores, faz grandes mudanças em pouco tempo, e assim cumprem sua missão.
Os brinquedos
Conversava eu com duas mães que contavam como os filhos tratavam seus brinquedos. Uma muito satisfeita, em falar de seus rebentos, dizia: que os dois filhos possuíam brinquedos caros, carrinhos fabulosos, brinquedos elétricos, brinquedos de controle remotos e muitos outros. A outra um tanto quanto humilde dizia que seus filhos possuíam brinquedos normais, brincavam muito com seus brinquedos e até o fim da tarde muitos destes brinquedos já estavam destruídos ou danificados. A primeira mãe ao ouvir aquilo logo quis criticar. Onde já se viu! Brinquedos quebrados no final do dia. Que coisa horrível.
Então a segunda mãe indagou: como são os brinquedos de seus filhos? Toda alegre esta disse: são todos novinhos muitos desses brinquedos estão até na caixa. Então eu perguntei: Mas porque estão tão novinhos? E a mãe todo sorridente disse: eu não deixo que as crianças brinquem com eles. Porque podem quebrar. Neste momento exato tive o mesmo sentimento que a segunda mãe. “Pena daqueles filhos” O processo de aprendizagem dos filhos da segunda mãe estava em brincar e desmontar seus brinquedos, mesmo que ao final do dia não soubessem montá-los novamente. Os filhos da primeira mãe não passarão nesta fase, para elas o processo não funciona. Não brincam para que seus brinquedos continuem sempre novinhos.
Nhoque de batatas com mandioca
500 quilo de batatas inglesa (cozida e espremida)
500 quilo de mandioca (cozida e espremida)
1 ovo inteiro
1 colher de (sopa) de manteiga sal a gosto
1 copo americano de farinha de trigo
Modo de preparar
Coloque os quatros primeiros ingredientes em uma tigela, após coloque a farinha para dar liga na massa. Misture tudo muito bem. Faça pequenos rolinhos com a massa e com uma faca corte os pedacinhos mais ou menos do mesmo tamanho. Cozinhe em água quente, espere que as bolinhas flutuem na água, retire num escorredor, colocando molho a bolonhesa em cada porção a ser retirada e escorrida.
Dicas do dia: Quem pensa que sabe de tudo, esta deixando de aprender coisas que a vida costuma nos trazer de surpresa.
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