sábado, 11 de julho de 2009

Filhotinhos de Deus!!!

Filhotinhos de Deus!
Certa vez uma senhora cuidou de 10 filhotinhos de cachorros que ganhou de seu marido. Quando este trouxe para casa uma cadela da raça pitbull, que foi abandonada por seu antigo dono. Justamente quando a cachorra mais precisava dele, dando cria sete dias após ser recolhida das ruas. Cuidou muito bem de todos os cachorrinhos, até chegar o momento em que teria que doá-los. Já possuía outros cachorros. Achou por bem, ficar com a mãe dos cachorrinhos. Sabia que com ela, a cadela estaria protegida de um novo abandono. Era uma cachorra incrível! Linda, marrom e branca de mais ou menos um ano de idade. Totalmente dócil mansa e às vezes medrosa. Sua raça não é muito aceita pelas famílias. Vista com fama de cães assassinos violentos. Sempre nos noticiários há manchetes de pessoas que foram atacadas por este cachorro. Este animal é o mais abandonado nas capitais e em todo país. São milhares deles encaminhados ao centro de zoonose. A mulher amorosa tratava com carinho e cuidado todos aqueles pequeninos seres abençoados. Pedia a Deus todos os dias lares felizes para todos os filhotinhos. Deus foi abençoando um a um e encaminhando os cãezinhos a seus respectivos lares, com donos responsáveis. A cada despedida uma lágrima de saudade escorria do rosto daquela mulher. Ela ficava triste a cada despedida, por não saber para onde cada filhote se destinava. Mas dentro de seu coração, sabia estar fazendo a coisa certa. Sentia uma profunda dor por não estar mais em suas mãos á vida de cada filhotinhos. Pois a cada partida perdia o controle de suas vidas. Não era mais dona da situação. Ficava às vezes horas e horas a pensar, como estaria cada um, se tinha sido alimentado, se estava aquecido, como estaria o acolhimento dos bichinhos. Isso é o que se pensa quando se ama demais! Mas seu coração a confortava a missão estava sendo cumprida. Fazia-se forte para estar feliz.A senhora conta: nunca havia pensado em ter um cão desta raça. Sempre teve cachorros de porte pequeno. Aquela cachorra havia conquistado seu coração. Patas enormes, cabeça grande, triangular, um jeito dengoso e feliz. A cachorra adorava estar com sua dona, a ela era grata e obediente. A mulher compreende então que seu amor por aquele animal é incondicional! E ela diz: aos quatro ventos, em alto e bom tom. “Eu amo a minha cadela PITBULL!”.

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