quinta-feira, 9 de julho de 2009

Crianças índigo.

Crianças índigo
Muita coisa se fala sobre as crianças da nova Era. As crianças de aura azul, que trazem consigo a liberdade de novos tempos. Estamos falando das crianças índigos. Crianças que estão nascendo desde 1989. Essas crianças, estão chegando em proporção pequena ainda, mas já trazem consigo mudanças significativas, no pensar no agir e no fazer. Apenas 6 em cada 1000 crianças são índigo. Infelizmente ainda não conseguem chegar a fase adulta, muitos índigos morrem no começo da adolescência por terem objetivos fixo e não conseguirem com êxito executá-los. Tem o poder transformador em suas mãos e o desejo claro de mudanças significativas em tudo. Não gosta de ver nada fora dos padrões daquilo que acha correto. Mas encontra pela frente obstáculos destruindo seus objetivos. Então se rebelam, ficam explosivos, fazem ameaças, se irritam. Estas crianças criam alternativas, riem do perigo e não tem medo de enfrentar o mundo. Arregaçam as mangas e fazem, aquilo que para muitos adultos é difícil e constrangedor, falam em público sem pudor. Fazem palestras, criam sozinhos ONGS, defendem a natureza, fazem campanhas a favor da paz, ajudam a criar empregos alternativos para pessoas menos abastadas, cuidam dos animais de rua, entregam cestas básicas, tudo com sua própria autonomia. As crianças índigo têm iniciativas, e se bem orientado por seus tutores, faz grandes mudanças em pouco tempo, e assim cumprem sua missão.

Os brinquedos

Conversava eu com duas mães que contavam como os filhos tratavam seus brinquedos. Uma muito satisfeita, em falar de seus rebentos, dizia: que os dois filhos possuíam brinquedos caros, carrinhos fabulosos, brinquedos elétricos, brinquedos de controle remotos e muitos outros. A outra um tanto quanto humilde dizia que seus filhos possuíam brinquedos normais, brincavam muito com seus brinquedos e até o fim da tarde muitos destes brinquedos já estavam destruídos ou danificados. A primeira mãe ao ouvir aquilo logo quis criticar. Onde já se viu! Brinquedos quebrados no final do dia. Que coisa horrível.
Então a segunda mãe indagou: como são os brinquedos de seus filhos? Toda alegre esta disse: são todos novinhos muitos desses brinquedos estão até na caixa. Então eu perguntei: Mas porque estão tão novinhos? E a mãe todo sorridente disse: eu não deixo que as crianças brinquem com eles. Porque podem quebrar. Neste momento exato tive o mesmo sentimento que a segunda mãe. “Pena daqueles filhos” O processo de aprendizagem dos filhos da segunda mãe estava em brincar e desmontar seus brinquedos, mesmo que ao final do dia não soubessem montá-los novamente. Os filhos da primeira mãe não passarão nesta fase, para elas o processo não funciona. Não brincam para que seus brinquedos continuem sempre novinhos.

Nhoque de batatas com mandioca

500 quilo de batatas inglesa (cozida e espremida)
500 quilo de mandioca (cozida e espremida)
1 ovo inteiro
1 colher de (sopa) de manteiga sal a gosto
1 copo americano de farinha de trigo

Modo de preparar
Coloque os quatros primeiros ingredientes em uma tigela, após coloque a farinha para dar liga na massa. Misture tudo muito bem. Faça pequenos rolinhos com a massa e com uma faca corte os pedacinhos mais ou menos do mesmo tamanho. Cozinhe em água quente, espere que as bolinhas flutuem na água, retire num escorredor, colocando molho a bolonhesa em cada porção a ser retirada e escorrida.

Dicas do dia: Quem pensa que sabe de tudo, esta deixando de aprender coisas que a vida costuma nos trazer de surpresa.

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